
ventava. eu podia sentir os nós se formando nas pontas do meu cabelo. à esta altura, só havia mais uma espectadora nesse grande teatro. pálida como nunca, a lua continuava lá, assistindo no seu camarote macio e solitário, a todos os caminhos turvos que eu tomava. não opinava em nenhum, tampouco se importava se eu sabia aonde ia. e eu não sabia. andava sozinha; ouvindo o silêncio da minha pulsação, os fantasmas na minha voz. agora não sinto; a indiferença me toma com certo torpor, de modo que a dor se auto-anestesia, embora que temporariamente.
lítio.
... agora, dói.

A lua, as estrelas são nossa campanhia na calada da noite!!
ResponderExcluirBeijo ♥
Respire bem o "temporariamente".
ResponderExcluirBeijo.
e esse andar só?!exatamenet como vivo agora, pode ser que seja temporariamente,mas sei do bem estraordinario que me faz, como conheci mais de mim mesma nesse tempo.
ResponderExcluirThai seus textos são sempre tão lindoos, e esse não é diferente, mas ele tem algo de diferente de todosos outros, não sei o que é. me sentir lendo seu primeiro texto!
Beijão Linda <3
to meio assim também :\ lindo texto *-* beeijo
ResponderExcluirain to sozinha, me sentindo assim. belo texto
ResponderExcluirA solidão é ruim, mas as vezes ajuda.
ResponderExcluirbeijos
sumida :o
ResponderExcluirme senti a lua dessa história;
ResponderExcluirDesculpa a demora, eu tô tão distante de tudo ultimamente ): beijos
acho a lua e as estrelas ótimas companhias rs
ResponderExcluirquem sabe esses caminhos curvos não aguardam uma boa surpresa no final??